Líder destacado: Jota Balcazar.

Não chegou ainda a completar os 30 anos e já é um líder destacado, que brilha com luz própria e que vai ser uma peça chave para a transformação,...

Não chegou ainda a completar os 30 anos e já é um líder destacado, que brilha com luz própria e que vai ser uma peça chave para a transformação, tanto da indústria de Network Marketing, como da economia em si mesma.

Pertence à geração que está a levar os negócios e as formas de consumo e de trabalho para outro nível, que a muitos ainda custa a crer.

O seu nome é Jota Balcazar e é um dos líderes que não quererás perder de vista durante este ano, e muito menos nos que estão para vir.

Contaram-me que antes de ser Networker querias ser futebolista. É o sonho de êxito por excelência de muitos miúdos e jovens. Como é que descobriste que o teu sonho real estava nos negócios? Como descobriste esta indústria?

Bem, desde que nasci tive um grande professor chamado papá, que me envolveu a 100% no futebol, injetou-me isso todos os dias nas veias, de tal maneira que cheguei a ser jogador profissionalmente em vários clubes por todo o mundo, incluindo Espanha, Estados Unidos e Colômbia. Isto forjou o meu carácter, determinação e, sobretudo, disciplina.

Ao chegar aos 22, 23 anos, dei-me conta de que o futebol não era a “Minha Paixão”, mesmo quando era excelente em campo, dei-me conta que preferia outras coisas do que dedicar-me a ser um futebolista.

Este caminho não foi nada fácil, porque quando não conheces mais nada é difícil saber em que outra coisa somos bons. Mesmo podendo afirmar que o futebol é um desporto ótimo que te ensina a tirar o melhor de ti, a entender que existem ocasiões na vida em que deves aceitar um Não como resposta e voltar a começar cada treino, cada jogo, cada equipa a partir do zero, aprendes que cada etapa é um novo começo e uma nova oportunidade para tirar o melhor de ti. Mas como dizia, não foi fácil, e eu sou muito inquieto, procurava sempre opções, alternativas, negócios que me permitiam gerar riqueza juntamente com o futebol. Queria algo próprio, algo meu que eu tenha construídos com os meus próprios meios e as minhas próprias competências.

E mais, desde criança que era aquele que vendia tudo o que podia na escola para ter o meu dinheiro e poder comprar as minhas próprias coisas. Durante o tempo em que estive no futebol havia épocas em que não estava ativo, então aproveitava esses momentos em que não jogava para criar pequenas empresas, também vendia comida congelada, roupa, relógios… Enfim, as vendas andavam atrás de mim porque sabia que sempre me davam uma rentabilidade significativa para a minha idade na altura.

Como é que viveste o teu primeiro Não? Como é que o superaste?

Falemos do meu primeiro Não em Network porque a vida dá-te milhões de não. Não é verdade?

Em uma das minhas paragens no futebol, mais ou menos nos meus 17 anos, um grande amigo meu, atualmente um dos meus maiores líderes, German Vargas, apresentava-me um negócio de network.

Muito entusiasmado, saio para fazer a tarefa e a primeira visita que fiz foi à minha mãe, que sempre me apoia em tudo, mas foi ela que me deu o meu primeiro Não. Disse-me que os sabões que ia começar a distribuir não serviam para a casa e eu pensei- Acabou-se o negócio, nem em minha casa me compram (ri-se). E ri-me ao pensar que fiz um mau investimento.

Mas com o tempo descobri que a minha mãe tinha razão, não era que não me quisesse apoiar, na verdade o sabão que vendia não servia para a minha casa por causa dos químicos. Descobri há pouco tempo, 11 anos depois, o que achei muita mais piada, mas foi assim que vivi o meu primeiro Não em Network. Embora, na verdade, já estava habituado no futebol. Como disse antes, é um desporto de altos e baixos no qual não estás sempre encima, também deves recomeçar sem perder o objetivo nem a atitude, dando o melhor de ti todos os dias, e isso tudo voltei a aplicar no Network.

Tinhas algum ponto fraco no qual tinhas que trabalhar?

Sim, claro, há sempre algo a melhorar em todos. Eu pessoalmente tinha muito receio em falar para o público e ser um líder de referência, porque é uma grande responsabilidade na qual deves ser coerente no teu discurso e nas tuas ações.

Como quando iniciei no Netowrk, foi com a indústria de saúde, e como não entendia nem valorizava na totalidade o sistema, até me dava pena oferecer os produtos.

Se tivesses que descrever o teu próprio estilo de “networking” ou a tua maneira pessoal de fazer uma apresentação de ti próprio em duas ou três palavras, quais escolherias?

Respeito, honestidade e coerência.

Aos “millenials” relacionam-se facilmente com as novas tecnologias e com os mercados disruptores. Estavas familiarizado com o conceito de Moeda Encriptada antes de começar na OneLife?

Não, não só não tinha a mínima ideia das moedas encriptadas, como também não acreditava totalmente na Era Digital. A minha noiva é diretora de marketing especializada em marketing digital, mas o que eu mais queria dizer desde que começamos a nossa relação, é que estudou na Google, mas na realidade não dava o valor merecido à sua profissão, valor que sim, dou agora. E os meios digitais demonstraram-me que com inversões pequenas chegas a qualquer canto do mundo, até transformar vidas a distâncias inimagináveis para alguns anos atrás. Sabes o que custaria para que se fizesse publicidade de uma empresa tradicional a nível global? Uma quantidade de dinheiro exorbitante! Enquanto que tu com 500€ mensais bem distribuídos num ecossistema digital chegas a cada canto do planeta que tenha acesso à internet, isso é EVOLUÇÃO. Nós temos que nos beneficiar e aproveitar isto tudo para mudar não só a nossa realidade, como a realidade de milhões de pessoas do planeta que estão à procura do que eu, graças a Deus, já encontrei.

Usas alguma aplicação ou ferramenta online que te ajuda a organizar como líder e a planificar?

Como disse antes, não sou 100%digital, sou uma combinação entre o tradicional e a nova era, estou-me a adaptar. Tenho o hábito de escrever tudo na minha agenda pessoal, tanto encontros como metas e sonhos, mas a minha noiva encarga-se de magnificar as minhas ideias, sonhos, eventos, absolutamente tudo no ecossistema digital que ela criou para mim, e da qual beneficiei.

Mas, para ser mais concreto, tenho a página web pessoal, a minha fan page, o meu Instagram e até num tal Pinterest estou, tudo graças a ela que vive e respira a parte Digital.

Quem foi a tua maior inspiração?

A minha maior inspiração na vida foram essas pessoas que todos os dias saem à rua àprocura dos seus sonhos, essas pessoas que inspiram os outros a dar o exemplo de que na vida pode-se fazer o que na realidade crês que é possível de alcançar.

Quais são os teus planos para o futuro mais imediato? A tua maior meta agora mesmo?

Mais do que falar em planos no geral, quero partilhar convosco a minha visão com a Network:

“Transformar 3 milhões de pessoas no mundo com o meu exemplo e coerência. Inspirando-os sempre com os meus resultados.”


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